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Câmara aprova votação em regime de urgência da reforma trabalhista
Rodrigo Maia convocou reunião extraordinária e reverteu decisão desfavorável ao governo.
Origem: publicação de terceiros.

20/04/2017 • 09:51

 

Após manobra do presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), os deputados federais aprovaram o regime de urgência para a votação da reforma trabalhista, um dia depois da proposta ser recusada em plenário. A proposta foi recolocada após forte pressão do governo federal sobre a Câmara, que convocou uma sessão extraordinária.

 

Na noite desta quarta-feira (19), a proposta foi novamente colocada em pauta e obteve 287 votos a favor, 30 a mais que o necessário entre os 513 parlamentares.

 

Na terça-feira, foram 163 votos contrários e 230 a favor. Segundo interlocutores, o presidente Michel Temer (PMDB) ficou bastante irritado quando a proposta não foi aprovada nesta terça. Ele telefonou para Maia e articulou com alguns líderes a nova votação.

 

Segundo interlocutores, o presidente Michel Temer ficou bastante irritado quando a proposta não foi aprovada nesta terça. Ele telefonou para Maia e articulou com alguns líderes a nova votação.

 

Ao colocar a questão novamente em votação, Maia foi duramente criticado pela oposição no plenário. Os parlamentares contrários fizeram uma questão de ordem, recusada pelo presidente, que também ignorou um recurso apresentado pelos deputados.

 

Diversos parlamentares da oposição então subiram à mesa de Maia gritando "Golpe, Golpe", o que deu início a um longo bate-boca, enquanto deputados da base gritavam "Voto, Voto".

 

A oposição ameaçou ir ao Supremo Tribunal Federal (STF) contra a nova votação. Eles também seguravam cartazes com a frase "Cunha de novo não" em referência à prática do ex-presidente da Casa em refazer votações perdidas.

 

Visivelmente exasperado, Maia culpou a própria oposição pela falta de um acordo para que essa votação ocorresse em 3 de maio. "O PT impediu o acordo. Se o PT não quer votar, não vai 'esculhambar' a votação no plenário. Se a base tiver voto, ganha. Se não tiver, perde", completa.

 


Fonte: O Tempo

 

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