18.06.2018

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8 DE MARÇO - UM DIA DE CELEBRAÇÃO, MAS DE MUITA LUTA.
Pouca representatividade política, jornadas triplas, desigualdade salarial, além de retrocessos de direitos prejudicam mulheres até os dias de hoje.
Bruno Menezes
Da FESEMPRE, em Belo Horizonte - MG.


07/03/2017 • 17h06

Informações complementares:

Município: Acrelândia - AC


 

Ao longo dos tempos as mulheres foram conquistando direitos que, até anos atrás, seriam vistos como anomalias. Ora, onde já se viu mulher votando e se candidatando nas eleições municipais, estaduais e presidenciais?; mulher estudando; trabalhando para complementar a renda de casa e até sustentar sozinha os gastos. Onde já se viu? Temos que combinar que elas conseguiram conquistar alguns direitos ao longo da história, mas ainda é pouco.

 

Apesar de todo esse ganho de espaço que, na teoria é uma grande perfeição, as mulheres ainda sofrem com o preconceito, a violência, a ameaça de direitos já conquistados, as desigualdades de diversos tipos, inclusive a de gênero. Elas sofrem ainda com a pouca representatividade política – Na Câmara dos Deputados apenas 9% são mulheres, enquanto no Senado, somente 18% são do sexo feminino –, dentre outros problemas.

 

Já são 107 anos que no dia 8 de Março é celebrado o “Dia Internacional da Mulher”, resultado de diversas lutas, principalmente por melhores condições de trabalho para elas. A Mulher atual é forte, muitas vezes chefe de família. É o que aponta a Síntese de Indicadores Sociais (SIS) de 2015. Segundo o indicador, naquele ano, 40% dos lares brasileiros eram chefiados por mulheres. Se levarmos em conta dados de 2004, houve um aumento de 67%.

 

Não basta ser só a mulher profissional, ela ainda tem que ser a esposa e mãe. Acumulando o que chamamos de tripla jornada. Mesmo com uma rotina tão pesada, as mulheres ganham menos que os homens, ocupam poucos cargos importantes em empresas e vivem, nos dias de hoje uma grande ameaça – A equiparação com os homens na idade para se aposentar.

 

“A Reforma da Previdência, de autoria do Governo Federal, vem para sacrificar os direitos das mulheres, mais uma vez. É completamente absurdo equipararmos a idade de aposentadoria em 65 anos, tanto para mulheres quanto para homens, sendo que os cenários no mercado de trabalho são completamente distintos. O Dia Internacional da Mulher nos dá mais forças para, assim como outras vezes, lutar por nossos direitos. Precisamos nos permanecer unidas contra esse absurdo”, disse a diretora Interestadual de Assuntos das Mulheres e coordenadora do Fesempre Mulher, Joelísia Feitosa.

 

Portanto, a Fesempre lembra que o dia da mulher, é de fato um dia de celebração, entretanto, é um marco na luta pelos direitos das mulheres. Ressaltamos ainda que, “lugar de mulher, é onde ela quiser”.

 

 

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