20.04.2019

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ZONA DA MATA: ARAPONGA SOMA FORÇAS À FESEMPRE

Agnaldo de Paula e dr. Hugo Andrade, presidente e assessor jurídico do Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Araponga, vão à Belo Horizonte formalizar filiação à Federação.

Felipe Assis
Da FESEMPRE, em Belo Horizonte - MG.


05/02/2010 • 14h14


Fundado em 1996, o Sindicato de Araponga entra numa nova fase com a gestão de Agnaldo de Paula. "Além de nos filiarmos à FESEMPRE, integrando agora o Sistema Confederativo da Representação Sindical, vamos em busca de alguns papéis para a definitiva regularização do Sindicato. Para isto, aliás, contamos com o apoio do Departamento Jurídico da Federação", explica o presidente.

 

Em sua visita à FESEMPRE, ele agradeceu aos outros diretores do Sindicato, que lutam do seu lado por melhorias para os servidores, e também à Federação, pela recepção calorosa com que contou. O servidor atua há seis anos na prefeitura, no setor de transportes (motorista), considerando-se o tempo como efetivo e contratado. Ele eleito em 30 de agosto de 2009 para seu primeiro mandato. "Vejo como um desafio e uma motivação", relata.

 

Dentre as metas que pretende alcançar, De Paula cita a "insalubridade, adicional noturno, que nunca foi pago, nem em gestões anteriores, e horas extras, cumpridas em alguns setores, como o de motoristas de ambulâncias".

 

 

Defasagem crônica

 

Como não poderia deixar de ser, o maior desafio para o sindicalista, porém, é superar a defasagem. Como outras prefeituras, desrespeitosas com o trabalhador e a sociedade - pois o trabalho de um servidor insatisfeito reflete-se na qualidade dos serviços prestados à população - a de Araponga não reajusta a categoria há dois anos, o que faz com que muitos, como o próprio De Paula, que começaram ganhando dois salários ou mais, hoje estejam próximos ao piso nacional.

 

"Que progressão é esta que temos na carreira? Estamos com 48% de defasagem em relação ao salário com que começamos" ironiza o presidente do Sindicato. Por pressão dos servidores, já foi levado à Câmara um projeto de lei para alterar o salário base, que atualmente depende do qüinqüênio e outros benefícios para atingir a renda do mínimo.

 

Com uma liberação (direito do dirigente sindical) arbitrária, que permite dedicação ao sindicalismo apenas uma vez por semana, De Paula queixa-se do prefeito Antônio Augusto Filho. "Já conseguimos algumas reuniões com seus assessores para colocar as reivindicações, que são sempre barradas com algum empecilho. Mas, com ele mesmo, nunca estivemos frente a frente para negociar".

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